Ufa!!!

Tocamos às 13 hs em Ipatinga, na festa de aniversário de uma grande empresa, ao ar livre e com um dia lindo. Foi excelente e o pessoal era muito simpático. Depois fomos para o aeroporto e tomamos uma canseira para pegar o vôo para Belo Horizonte. Chegamos e fomos direto para o palco. Puxado.
Mesmo assism tivemos uma noite ótima com um público também enorme e muito caloroso. Era um evendo bancado pela prefeitura local que leva um artista conhecido nas primeiras sextas de cada mes e chama um novo talento local para abrir. a entrada é simbólica e beneficente. Muito bem bolado.
Com isso fizemos dois grandes shows e ficamos exaustos mas felizes.

Escrito por Leo Jaime às 10:53 AM
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Desânimo

Tá tudo meio parado. O disco não começa, o site não fica pronto, tirando os shows desta sexta, ambos em Minas, pouca coisa estimula. Tem horas na vida em que a gente gostaria de dar um passo à frente mas tem que esperar o momento certo, e isso é chato. Talvez por isso não tenha muito o que contar aqui, por estar esperando a hora de dar as boas novas, e de fazê-las acontecer.


Escrito por Leo Jaime às 8:22 PM
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Notícias


10 de setembro de 2007
Insatisfação precoce

Agência Fapesp
Estudo feito por médica do Hospital das Clínicas da UFMG aponta que 62% das crianças e adolescentes não estão felizes com o próprio corpo. O padrão de insatisfação identificado foi semelhante dos 6 anos aos 18 anos
(Agência Fapesp) – Um estudo epidemiológico que analisou 1.183 alunos de 6 a 18 anos, matriculados no ensino fundamental e médio de 20 escolas em Belo Horizonte, apontou que a maioria dos estudantes apresenta insatisfação com o próprio corpo – padrão que não se altera com a idade.

Dos alunos entrevistados, 62,6% estavam insatisfeitos com o próprio corpo, embora mais de 80% do total estivesse dentro do peso normal. Cerca de 34% gostariam de ser mais magros e 29% de ganhar peso. Entre os insatisfeitos, 32% eram homens e 30,6% mulheres.

O trabalho foi realizado por Ana Elisa Ribeiro Fernandes, médica pediatra do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e apresentado como dissertação de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Faculdade de Medicina da UFMG.

Os dados utilizados pela pesquisadora são de estudos conduzidos pelo especialista em cardiologia pediátrica da Fundação Hospitar do Estado de Minas Gerais, Robespierre Queiroz da Costa Ribeiro, coletados por meio de entrevistas em 16 escolas públicas e quatro privadas na capital mineira por uma equipe de alunos de graduação da Faculdade de Medicina da UFMG.


Escrito por Leo Jaime às 2:14 AM
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êpa!

Sem querer dei uma mudada no visual do blog. Bom, que seja, já ia mudar a cara mesmo! Agora fico aguardando o novo visual. Sei que está demorando mas em breve estará tudo no ar, blog e site.

Escrito por Leo Jaime às 11:36 PM
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Uma entrevista rápda

Leo:

1) Por que o rock dos anos 80 é tão cultuado?

Não é exatamente o rock dos anos 80 que se cultua. A expressão da geração 80, pós-ditadura, criada entre a repressão e a patrulha, isso é que ganhou corpo por guardar uma certa similaridade em conteúdo, força de linguagem, urbanidade etc. Isso deu-se tanto nas artes plásticas quanto na música, guardando aí os limites do que era mais popular e do que era mais acessível àquela época. A música pop ainda ocupava a função de fórum de debate estético, cultural e comportamental. O pessoal da música era só o mais famoso, mas não o mais importante.

2) Que grupos e autores daquele período ainda gosta de ouvir?

Gosto de muita coisa. Tanto do que vinha de fora quanto do que produzimos. Há uma capacidade de ligar a zona norte à zona sul, como diz o Lulu, que é invejável. Falar, como em um jornal, a quem interessar possa. Skank, Gabriel Pensador, Rappa, Cidade Negra, Cássia Eller e Marisa Monte, entre outros, herdaram essa capacidade de fazer pop de longo alcance, o que chamam de crossover. Embora esses artistas não tenham feito parte de nenhum movimento significativo são excelentes continuadores daquilo que lá se iniciou.

3) Como analisa o quadro atual das grandes gravadoras e o bom combate do MP3?
O MP3 eu associo às bibliotecas e máquinas de xerox. Discos viraram, sem necessidade, um bem de consumo com decisão de compra mais complicada. Deixou de ser revista para ser livro, analogamente. É caro. Poder copiar é bom. Sempre foi possível, na verdade. Gravar do rádio ou da TV era comum há tempos. Pirataria é outro papo, e esse sim, é sinistro. Começou com cigarros, pilhas, roupas, bebidas e agora já domina o mercado do disco, entra no dos cigarros, remédios etc. Digo uma coisa, e isso vale para tudo: meu dinheiro eu não ponho na mão de bandido!

4) Quando você descobriu que escrevia bem?
Agradeço o elogio e transfiro a responsabilidade para a Sonia Biondo, que foi quem me convidou para escrever em O Globo, em 88. De lá para cá não parei mais. Fiz até uma faculdade de jornalismo uma vez que já era jornalista. E gosto de escrever mais que de tudo o mais por uma simples razão; não é preciso muito, só um papel e um lápis. Essa independência é uma alforria para quem por exemplo, depende de uma indústria para lançar um disco. Indústrias são difíceis de agradar.

5) Quando você descobriu ser bom ator?
Ser ator é praticar. Ler, observar e praticar. Disciplina é importante. Só me senti bem como ator recentemente, ao lado de Marília Pêra, com quem aprendi muito, e sabendo brincar com a personagem. Sem fazer o que um grande diretor diz que a maioria dos atores fazer: esconder a personagem atrás da própria ansiedade. É maravilhoso a contracena, o fio de navalha pelo qual se caminha ao longo do espetáculo. Não há garantias. É trapézio sem rede. E será que sou bom? Gostaria de ser.

6) Quando você descobriu ser bom comentarista de tevê?

Bom, sou um iniciante no assunto. Sei que sou bom frasista, afinal nas letras de rock e nos textos já pude constatar isso. Sou muito tímido na intimidade mas me viro bem com um microfone. A prática pode ser um bom auxílio nesse caso também. E sempre fui um amante dos esportes. Sei jogar, o que facilita a compreensão do que acontece no campo. Na final do campeonato paulista encontrei o Parreira na porta do estádio e ele fez festa dizendo que não sabia eu entendia tanto de futebol. Claro que foi apenas simpatia da parte dele. Mas foi um incentivo e tanto. Ele é um sábio na área.

7) Preconceitos classistas: vamos bater lata?
Sou um estrangeiro na minha própria casa. Na música acham que sou um bissexto, e é verdade!, no jornalismo acham que sou um bicão. Mesmo depois de 15 anos no mercado e tendo a faculdade! No esporte acham que caí de paraquedas. Parece que estou sempre tomando o lugar de alguém que não teve competência para chegar lá antes de mim. É um saco! O que é evidente ninguém enxerga; sou uma cara que precisa trabalhar e que se esforça em todas as oportunidades que lhe dão! Não há nenhuma genialidade nisso: há contas a pagar. Os credores são a minha maior inspiração.

7) E o Rio de Janeiro continua mesmo lindo?

Teve fases melhores. É curioso, parece que empobreceu muito. E é fato: a Guanabara era uma maravilha, depois que uniu-se ao Estado ficou mais pobre, Isso depois de ter perdido um pouco da importância deixando de ser a capital. Mas há gente maravilhosa no Rio sendo subutillizada. Sinto muita falta dos amigo geniais que lá continuam.Trabalhando muito por pouco. A vida lá é cara e quem não está na Globo está no sufoco. Não há muitos lugares para cantar, o futebol já foi mais imponente, enfim, espero que o Rio volte a ser o que era. E acho que se o pessoal parasse de comprar bagulho ia ser ótimo. Tanto alucinógenos quanto robautos, piratas e afins. Diga não à bandidagem!

9) Alguma coisa acontece no seu coração quando cruza a Paulista com a Augusta?

Sinto-me em casa. Nasci em Goiânia e fui criado aqui. Parece que o meu ‘estrangeirismo’ natural é também muito cosmopolita. Adapto-me com muita facilidade. E tenho muitos amigos, e bons amigos aqui.

10) Computa, computador, computa: como são os seus laços de afeto com a informática?

Sou um macmaníaco. Gosto dos Macs embora sofra com eles. Acho que a Apple não gosta muito dos brasileiros. Sei lá. Tudo é difícil. Mas tenho um site )(www.leojaime.com.br) e escrevo quase diariamente no Bloco de Notas, um blog bastante visitado por sinal. Não diria que é um vício, mas que ocupa o lugar que a ginástica, na opinião de muita gente, deveria ocupar. E foda-se.




Escrito por Leo Jaime às 2:54 AM
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