Lagoon

Hoje fui ao Lagoon para um happy hour com amigos. Este é um lugar muito especial e promissor que inaugurou recentemente no Rio de Janeiro, à margem da Lagoa Rodrigo de Freitas onde era o Estádio de Remo. Lá já funcionava no andar térreo o cineplex Cinépolis, que tem salas ótimas, um bom serviço de atendimento e bomboniére e, por isso, tem atraído muitas pré-estreias. Estivre em uma delas, a do Gato de Botas, com presença de Salma Hayek e Antonio Banderas. Mas o Cinépois fica para outro dia, vamos ao andar de cima, ou melhor, o andar do meio onde está o que, grosseiramente, poderíamos chamar de praça de almentação ou centro gastronômico.

São quatro os restaurantes que lá se instalaram: Pax  Delícia, Gula Gula, Giuseppe Grill Mar, Quadrifoglio Caffé e San Remo. São cerca de dois mil metros quadrados muito bem projetados para dar a impressão de que se está no deck de um navio ancorado sobre águas plácidas. É bem iluminado, os peitoris são de vidro e o bom gosto dá unidade ao espaço. Peraí, é preciso explicar que não são vários restaurantes  enfileirados. Todos dão para um ambiente comum, com um enorme bar no meio, e uma grande varanda com muitas mesas e também espaços como este em que ficamos: sofás e banquetas com uma mesa de centro. O bacana é que nesta área central, e que parece ser maior do que a área dos restaurantes, serve-se um cardápio comum a todos os restaurantes. Tem comida na brasa, japonesa, saladinhas, pratos italianos e tudo o mais. Ainda que não seja o cardápio completo de cada restaurante é uma ótima pedida para um grupo em que cada um está com apetite para uma coisa. Ou, o que foi o nosso caso, para quem quer se reunir para tomar uns drinques e petiscar. 

O atendimento é legal, atencioso, simpático e um tanto lento. O espaço é grande e pode demorar até o garçom voltar, mas as comidas chegaram quentes (pizzas cortadas em pedaços pequeno e linguiças na brasa, também fatiadas) e saborosas.

Uma mesa ao lado comemorava um aniversário e, talvez por causa de providenciais toldos de plástico transparentes que protegiam os que estavam na varanda de uma iminente chuva e ventos tépidos de inverno (exagerei?!), talvez o lugar tenha ficado mais barulhente. Não se compara, mesmo nesta situação específica, com o barulho aos bares e restaurantes da cidade. Impressionante que a questão da acústica não seja observada com cuidado pela maior parte dos projetos arquitetônicos dos restaurantes da cidade. 

Achei bacana, todo mundo gostou, vai ter volta. 

 

 



Escrito por Leo Jaime às 1:22 AM
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